Não se ama alguém por ser só engraçado.
Se ele é engraçado, apenas sorria.
Não se ama alguém por ser talentoso.
Quando o show acabar, aplauda.
Não se ama alguém pelas palavras bonitas ditas.
Se for só por isso, ame os livros.
Não se ama ninguém por admiração.
Bem mais fácil admirar e amar uma flor.
Não se ama o que não se faz presente.
Dê prioridade a quem está do seu lado.
E finalmente, não é amor se não for constuído.
O amor é artesanal, feito de dois gravetos do coração amarrados...
O amor é o nó.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
Sábado triste
O que um triste faz no sábado?
Às vezes ele chora ou faz os outros sorrirem.O triste é assim porquê sim.Triste porquê é...Triste ,porque existe...Triste porquê quer.
Às vezes toca violão ou conversa com a lua.Escreve cartas, não envia.
Pro triste, noite ou dia,não faz diferença.Ser triste é sua crença.Triste de nascença .
Às vezes lembra do passado ou sonha com o futuro. Triste só sabe que é sábado , deitado no quarto escuro.Triste de colher tristeza, tendo plantado amor.O coração triste só carrega dor.
Às vezes olha pra rua ou pros seus planos fracassados. O triste nem reclama.Ser triste tem lhe bastado.
O verdadeiro triste não se importa, não se sente abandonado.Mas o triste precisa ser amado.
Às vezes corre de repente, pra tocar aquela campainha ou fazer aquela ligação... e outras, desiste.É deveras triste. Não sabe por quê ama. Não sabe por quê insiste.
Mas, afinal, o que faz no sábado um triste?
Às vezes ele chora ou faz os outros sorrirem.O triste é assim porquê sim.Triste porquê é...Triste ,porque existe...Triste porquê quer.
Às vezes toca violão ou conversa com a lua.Escreve cartas, não envia.
Pro triste, noite ou dia,não faz diferença.Ser triste é sua crença.Triste de nascença .
Às vezes lembra do passado ou sonha com o futuro. Triste só sabe que é sábado , deitado no quarto escuro.Triste de colher tristeza, tendo plantado amor.O coração triste só carrega dor.
Às vezes olha pra rua ou pros seus planos fracassados. O triste nem reclama.Ser triste tem lhe bastado.
O verdadeiro triste não se importa, não se sente abandonado.Mas o triste precisa ser amado.
Às vezes corre de repente, pra tocar aquela campainha ou fazer aquela ligação... e outras, desiste.É deveras triste. Não sabe por quê ama. Não sabe por quê insiste.
Mas, afinal, o que faz no sábado um triste?
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Dois
De dois em dois, se faz um mundo
de par de amor se faz um ser
Mas eu e você, depois...
Que nem feijão com arroz
duas vezes dois e mais dobro pode ser
Mas é depois, eu e você...
Duas mãos e dois sentidos
contrários , se cumprimentam
Você e eu, contramão...
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Chamar de amor
Vontade de ser chamada de Amor
sem que haja choro e dor
desejo de te ouvir cantar
nos teus desafinos de ninar
Vontade de ter vontade de você
de chamar e te ver
de sorrir porquê sim
de te encher de cor
e de te chamar de amor
sem que haja choro e dor.
sem que haja choro e dor
desejo de te ouvir cantar
nos teus desafinos de ninar
Vontade de ter vontade de você
de chamar e te ver
de sorrir porquê sim
de te encher de cor
e de te chamar de amor
sem que haja choro e dor.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Sem motivo
Eu canto sem instantes e nada mais existe
Há graça e leveza em ser alegre, sendo triste
Como diria Cecília, ainda que incompleta
Sou poeta.
De nada me amigo e de tudo me desfaço
Quando penso que fico, passo
Não sei até quando
Só sei que canto.
Dando saltos no vazio, vou escrevendo
Como uma louca , disparo a letra desvairada
E o tal do sangue eterno e a asa ritmada
depois leio e rasgo tudo:
-mais nada
Há graça e leveza em ser alegre, sendo triste
Como diria Cecília, ainda que incompleta
Sou poeta.
De nada me amigo e de tudo me desfaço
Quando penso que fico, passo
Não sei até quando
Só sei que canto.
Dando saltos no vazio, vou escrevendo
Como uma louca , disparo a letra desvairada
E o tal do sangue eterno e a asa ritmada
depois leio e rasgo tudo:
-mais nada
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Tecnológica.
Passe por aqui, esperteza!
Chip da felicidade ...instalem em mim
em reformas e reformas sem fim
e fibras e mais fios de destreza
Eu,que nem me sou com certeza
sendo máquina, parafusos soltos
sistema antigo a falhar
sendo risco, tenho vírus
venho aqui me apresentar
sou humana demais para ser tecnologia
velha demais dos meus vinte e cinco
em criação sou artesanal e estática
vivo,mas na prática
preciso de reforma e manutenção.
Chip da felicidade ...instalem em mim
em reformas e reformas sem fim
e fibras e mais fios de destreza
Eu,que nem me sou com certeza
sendo máquina, parafusos soltos
sistema antigo a falhar
sendo risco, tenho vírus
venho aqui me apresentar
sou humana demais para ser tecnologia
velha demais dos meus vinte e cinco
em criação sou artesanal e estática
vivo,mas na prática
preciso de reforma e manutenção.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Da Natureza.
Pequena semente,resistente ao sol e chuva
Grão menino,caroço de paixão
dentro do meu peito
cresce dentro de mim criando raizes e folhas
Eu quero comer de teus frutos agridoces
e sentir teu perfume
e dele gostar
Quero tua mansidão e tua sombra
E descansar em teus braços verdes e puros
quero sentir a brisa e adormecer
Ao som dos pássaros que te habitam
E cantam sem cessar
Quero compor canções firmes como teus galhos
Suaves como o teu mero existir
Que encante como tua sombra
Que embale como teu ventilar
Para que plante outras sementes
de amor,de dor ou de sonhar
Em outros peitos nesse mundo a fora
áridos de canção.
Grão menino,caroço de paixão
dentro do meu peito
cresce dentro de mim criando raizes e folhas
Eu quero comer de teus frutos agridoces
e sentir teu perfume
e dele gostar
Quero tua mansidão e tua sombra
E descansar em teus braços verdes e puros
quero sentir a brisa e adormecer
Ao som dos pássaros que te habitam
E cantam sem cessar
Quero compor canções firmes como teus galhos
Suaves como o teu mero existir
Que encante como tua sombra
Que embale como teu ventilar
Para que plante outras sementes
de amor,de dor ou de sonhar
Em outros peitos nesse mundo a fora
áridos de canção.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
De Pertencer.
Sou eu!
Sou quando na rua ando e tropeço atrapalhada.
Sou o que não quero,sou o que espero...
sempre sem saber como ser mais do que sou.
Não conheço de tudo o bastante mais do que me sou
só a mim pertenço,sempre tua.
Será tudo bastante o quanto sou...
Nada e tudo
rindo,topando na rua...
caindo e sorrindo...
sempre tua.
Sou quando na rua ando e tropeço atrapalhada.
Sou o que não quero,sou o que espero...
sempre sem saber como ser mais do que sou.
Não conheço de tudo o bastante mais do que me sou
só a mim pertenço,sempre tua.
Será tudo bastante o quanto sou...
Nada e tudo
rindo,topando na rua...
caindo e sorrindo...
sempre tua.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Do meio dia.
Consome
Fome
Calo
Arde
Tarde
Parte
Meio
Veio
Foi
Dia
Companhia
Risadaria
Almoço
Lugar
Falar
Mastigar
engolir
discernir
Sabor
Olor
Calor
Fortaleza
Litoral
Quente
Gente
Sol
Ruas
Andar
Voltar
Trabalhar
...
Uma hora.
Fome
Calo
Arde
Tarde
Parte
Meio
Veio
Foi
Dia
Companhia
Risadaria
Almoço
Lugar
Falar
Mastigar
engolir
discernir
Sabor
Olor
Calor
Fortaleza
Litoral
Quente
Gente
Sol
Ruas
Andar
Voltar
Trabalhar
...
Uma hora.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
De Sarar.
Dentro e fora
fora e dentro
sou
Sou e fui
fui e era
nós
E cantando calo
fumando,saro
morrendo,vivo
vivendo sigo
E tudo que falo
é o mesmo canto
canto o inimigo
e tudo, contigo
Sem ti, consigo
de triste sorrindo
de soro ,suar
de sua , sustar.
Sangrenta.
Há uma canção
fúnebre, doce
me acalenta
Há uma sinfonia
desafinada, melódica
e cinzenta
Dentro dos tons
dentro de sons
se esquenta
Antes da noite
antes do açoite
sangrenta
fúnebre, doce
me acalenta
Há uma sinfonia
desafinada, melódica
e cinzenta
Dentro dos tons
dentro de sons
se esquenta
Antes da noite
antes do açoite
sangrenta
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
às 16h
Todos os dias uma alegria me domina de forma alucinante, de modo que meus pés seguem seu caminho e eu apenas sorrio em cada passada.Olho a janela e uma palmeira imperial,dona do meu ar, dona do meu céu,do que vejo,ventila a ardente conspiração do sol com o concreto do apartamento.Às quatro da tarde ,se entrelaçam as suas folhas e os pobres raios que se vão em sombras que cobrem as paredes , que refletem na televisão,refletem a mim.
Ontem era eu amorosa, terna de sentimentos, todos os sentimentos de errar : amor, paixão ,gostar...
Hoje assim ,como todos os dias, sou sorrir, gargalhar, sou a gaitada mais completa,mais irritadiça, mais reprovada.,mas efusiva.Meu riso esconde meu olhar.
Os muitos sons pertencem à minha boca como desde o princípio.Meu pai me disse que sabia que eu seria muito viva ,porque quando nasci, de olhos bem abertos, vi o mundo ao meu redor e não chorei, esboçando apenas um som baixinho e leve, como um balido suspiroso.Mas os olhos, os olhos eram felizes,audazes.
Quisera eu ser tão estrangeira ao ponto de meus olhos não mais me entregarem os anseios e as dores.O meu olho é mais que espelho da alma, são as digitais.São prova criminal dos sonhos, das alegrias, do bom, do ruim.De tudo sempre fui muito culpada.Meus olhos como o sol, ardem de alegria, queimam em tristeza e ficam completamente nublados na solidão,ora mostrando sua graça iluminada, ora não,enevoados, ficam completamente difusos e momentâneos nos eternos,lânguidos ...
Todos os dias, os dias de minha vida,saio no meio da rua alegre e desordenada,seguindo esperanças, seguindo copos, corpos e embriagues.
Todos os dias de minha vida, alegre de mim,fujo da incandescente lâmpada dos céus que o tempo todo teima em revelar o que não quero ver,pois, às quatro da tarde ,se entrelaça aos meus olhos de palmeira seus pobres raios que me mostram em sombras que cobrem meu entendimento, minha harmonia...ao ter refletida na televisão,reflete a mim.
domingo, 18 de setembro de 2011
Daquela ligação.
É certo que sou triste e não confio muito nos meus dias
É certo que sou brilhante, até que se tirem as mãos dos olhos, os anti-reflexos,as máscaras egoístas e preocupadas de ninguém
É certo que ando atordoada e inconstante
que dei meu ultimo beijo neste instante
na boca do que desejo
dormi ao lado de sobejo
fingi amor,mais do que pude.
Sorri pra dentro, calada
amei intensa...desvairada
cumpri a meta...
Confesso que vivi.
...Confesso que bebi!
escrevo bem alcoolizada
vivo bem desnorteada
pois sigo sempre a razão.
...recebi uma ligação!
era o passado livre
o passado forte
...não ! Era solidão!Era engano!
e eu aqui de novo, escrevendo uma canção
em tortos passos, vou ao chão
às raízes e à podridão
Confesso que perdi.
Confesso não querer mais tempo
Já vi tudo de feio
o desamor, sofreguidão
olhos aflitos...
fome, mas não o perdão
Vi as Meninas brincando nas ruas
as vi nuas
vi seus seios, seus corpos, de Meninos ou não
tive pena
tive medo
podia ser eu
...
Poderia ter sido nós.
o primeiro amor
A luz dos olhos meus
poderia ser outra vida
dentro das muitas vidas que desperdicei
Vejo um fio de esperança
e nos braços dele entreguei
do som do violão
do cheiro do contrabaixo
à voz fanha de sapo
aos olhos que nada sabem, nada vêem.
Me entreguei no interior, em alto mar, na praia, na rua, nos carros
me joguei de cabeça na vida
querendo viver
mal sabia eu que viver...nada mais é que aproximar o morrer
até que se fechem as luzes
até que se cubram de amor
os dedos gélidos e sós
de quem um dia sentiu dor.
É certo que sou brilhante, até que se tirem as mãos dos olhos, os anti-reflexos,as máscaras egoístas e preocupadas de ninguém
É certo que ando atordoada e inconstante
que dei meu ultimo beijo neste instante
na boca do que desejo
dormi ao lado de sobejo
fingi amor,mais do que pude.
Sorri pra dentro, calada
amei intensa...desvairada
cumpri a meta...
Confesso que vivi.
...Confesso que bebi!
escrevo bem alcoolizada
vivo bem desnorteada
pois sigo sempre a razão.
...recebi uma ligação!
era o passado livre
o passado forte
...não ! Era solidão!Era engano!
e eu aqui de novo, escrevendo uma canção
em tortos passos, vou ao chão
às raízes e à podridão
Confesso que perdi.
Confesso não querer mais tempo
Já vi tudo de feio
o desamor, sofreguidão
olhos aflitos...
fome, mas não o perdão
Vi as Meninas brincando nas ruas
as vi nuas
vi seus seios, seus corpos, de Meninos ou não
tive pena
tive medo
podia ser eu
...
Poderia ter sido nós.
o primeiro amor
A luz dos olhos meus
poderia ser outra vida
dentro das muitas vidas que desperdicei
Vejo um fio de esperança
e nos braços dele entreguei
do som do violão
do cheiro do contrabaixo
à voz fanha de sapo
aos olhos que nada sabem, nada vêem.
Me entreguei no interior, em alto mar, na praia, na rua, nos carros
me joguei de cabeça na vida
querendo viver
mal sabia eu que viver...nada mais é que aproximar o morrer
até que se fechem as luzes
até que se cubram de amor
os dedos gélidos e sós
de quem um dia sentiu dor.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Sorriso
Delimita um estado de espirito
se perdeu num tempo...que tempo?
se foi!
sorriso de ti
sorriso de mim
sorriso de dois.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Infinito de Dois.
Cale-se o mundo!
Calem-se todos!
Calem-se vidas,calejadas!
Cale-se o tempo...calem-se as trovas!
Os trânsitos, os sânscritos...
meditemos.
Pensemo s...
gritemos!
Dentro do espaço infinito de dois
...sós.
Mas ,mais que tudo
cale-se o mundo.
- AMEMOS!
Calem-se todos!
Calem-se vidas,calejadas!
Cale-se o tempo...calem-se as trovas!
Os trânsitos, os sânscritos...
meditemos.
Pensemo
gritemos!
Dentro do espaço infinito de dois
...sós.
Mas ,mais que tudo
cale-se o mundo.
- AMEMOS!
domingo, 21 de agosto de 2011
Das 00:56.
00:53: -Deu vontade de dançar. Sabe dançar?
00:54:- Apesar de dançar muito nessa vida, não, não sei…
00:54: -Não sabe,né… já tem outro par?
00:54: -Simplesmente acontece, como a chuva.
00:54:- Quem sabe,né… Eu te chamei pra dança das horas. Música contida, mas que ajuda a perder o tempo.
00:54:- E é um perder bom? Ou nem se sente?
00:55: -Perder sem contar. (…) Tô enlouquecendo?
00:55: -Se tá, eu tô junto.
00:56: -Pois dança comigo… são 00:56: 12 passos… 56 compassos
00:56: -São dois pra lá, dois pra cá?
00:56: -Pra onde você quiser rodar. Quer rodar? Só tem um sentido… horário! Vamos rodar até passar mais um minuto?
00:57:- Tô com um monte de música na cabeça… mas não juntam as notas.
00:58: -Nem os passos. Que é que tem? Não tá bom não?
00:58: -Tá. Dá a impressão de ser envolvido por ela como se fosse um mar, ou o vento.
00:58: -É o tempo!
00:59:- O tempo é música?
00:59: -Tempo é dança. As horas são música. E agora estamos dançando a 00:59h — minha preferida.
00:59: -A vida é dança.
00:59: -E eu me lembro da minha primeira dança… O nome dela era Patrícia. Hoje, passa por mim e nem olha.
01:00: -Eu me lembro da última… 2:40h. Mas ele já tinha par. Detesto essa música. Ele pisou no meu pé.
01:00: -Ela era minha vizinha de rua e minha primeira aluna. Eu também detesto essa.
01:00: -2:40h… Puff! Isso lá é música.
01:01:- Nunca tive uma dança romântica depois disso. Eu pisei no pé dela.
01:01:- Pois é… vai ver o defeito é do par que não conhecia a dança da hora que a gente formou…
01:01: -Deve haver outras formas de se dançar. Uma que eu saiba e nem saiba que sei.
01:02: -Eu danço em horas. Olha só… 01:02h.
01:02: -Ou vai ver que eu danço lento demais.
01:02: -Tá ouvindo?
01:02: -No meu relógio, é dia claro.
01:02: -E, no meu, não há sistema solar.
01:02:- Quando é dia claro, é noite.
01:03: -Dance comigo esta última dança.
01:03: -Você conduz. Eu ando meio precisando de guia.
01:03: -Taratrataratrataratrataratrataratra… TIRIIIIIIRIRIRIRIRIR… Errei! Ha ha ha ha!
01:04:- Ha ha ha ha!
01:04: -Acabou a música.
01:04: -E agora, José? A festa acabou, a luz apagou… o povo sumiu.
01:04: -Vou me sentar.
01:04:- A noite esfriou.
01:04:- Ha ha ha ha!
01:05: -Obrigada pela dança.Você foi um ótimo parceiro.
01:05: -Você é duro, José.
01:05:- Ha ha ha ha!
01:05:- Ha ha ha ha!
01:05: -Treinaremos mais vezes. Amanhã?
01:05: -O prazer foi meu, gentil dama.
01:05: -Tomara que a música de amanhã, às 00:56h, seja a mesma de hoje. Até 01:05h.
01:05: -Farei de minha noite um salão para te aguardar.
01:06: -Obrigada pelos rodopios.
01:06:- Piruetaremos mais… Beijo.
01:06: -Até outra dança.
01:06: -Beijo.
Meu amigo Fernando de Sousa.
Obrigada pela dança.
Sensopercepção Afetada.
Queria eu alcançar os pés,com as pontas das mãos
Dançar,rodopiando, sem chamar atenção.
queria eu sentir desejo,sair do chão
ver o beijo dele, no beijo dela e prestar atenção
ver o beijo dele ,no beijo dela e apertar meu coração.
Queria eu ver as coisas bem mais nítidas
enxergar por entre as máscaras
queria eu buscar e achar,sentir mais medo
ver o beijo dele, no beijo dela e sentir inveja
ver o beijo dele, no beijo dela e jogar pedras.
Queria eu ir e não voltar
perder-me na caminhada lenta do amor
queria eu cantar ao ouvido dele com amor
ver o beijo dele, no beijo dela e ela ser eu
ver o beijo dele, no beijo dela e ele ser meu.
Dançar,rodopiando, sem chamar atenção.
queria eu sentir desejo,sair do chão
ver o beijo dele, no beijo dela e prestar atenção
ver o beijo dele ,no beijo dela e apertar meu coração.
Queria eu ver as coisas bem mais nítidas
enxergar por entre as máscaras
queria eu buscar e achar,sentir mais medo
ver o beijo dele, no beijo dela e sentir inveja
ver o beijo dele, no beijo dela e jogar pedras.
Queria eu ir e não voltar
perder-me na caminhada lenta do amor
queria eu cantar ao ouvido dele com amor
ver o beijo dele, no beijo dela e ela ser eu
ver o beijo dele, no beijo dela e ele ser meu.
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